Terça-feira, 11 de Agosto de 2009

Como num pequeno almoço no Starbucks descobri as enormes vantagens de ser pedinte ambulatório

Apanhamos um autocarro em direcção a Chatelêt, em busca de um plano Plano B para o pequeno almoço. Estava quase tudo fechado pelo que fomos andando até ao Beaubourg, com o pessoal todo a resmungar. Paramos no Starbucks, no 4 da rue Aubry, e estacionamos na esplanada a enfiar um croissant (1,20 euros) e um sumo de laranja (3,50 euros).

Durante a nossa estadia, o Fernando, dono de um coração mole e generoso, deu umas moedas (creio que num valor global superior a dois euros) a um clochard de sobretudo e barbas à Rasputine, que em troca garantiu que ia pedir a Deus por ele e sua família.

Um quarto de hora depois, já instalado numa cadeira da primeira fila do Café Beaubourg, o Fernando voltou a ser interpelado pelo mesmo pedinte e não só voltou a contribuir com algumas moedas para a felicidade dele, como ainda por cima lhe fez uma promessa – garantiu-lhe que à terceira teria direito ao grand prix (que seria com toda a certeza uma nota, e estou em crer que superior a cinco euros).

Apesar do Fernando ter ficado no mesmo sítio o equivalente a uma parte de um jogo de futebol, o clochard não voltou a atacar.

 

Deste episódio extraí duas lições.

A primeira é que até os pedintes podem ser orgulhosos – o Rasputine do Beaubourg abordou duas vezes o benfeitor Fernando por engano, porque ele se intrometeu inadvertidamente no seu trajecto de recolha de esmolas.

A segunda é que é muito mais eficaz ser pedinte ambulatório, do que com lugar fixo.

publicado por Jorge Fiel às 18:09
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Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008

Saúdo com vigor e satisfação o anunciado desembarque da Starbucks na West Coast da Europa

 

Uma das melhores boas notícias que recebi neste ano que está a dar os seus primeiros passos é a de que a Starbucks vai desatar a abrir cafés em Portugal - já em 2008.

 

Sou um fã incondicional do conceito Starbucks. Passo a listar as coisas que em atraem nesta cadeia internacional de cafés nascida em Seattle (a cidade da chuva, Boeing, Anatomia de Grey e Microsoft) a par do «grunge».

 

1. A confortável decoração dos cafés, com mesas de formato variável e onde convivem diferentes tipos de cadeiras e sofás.

 

2. A agradável banda sonora, ao melhor estilo liberal («american way»), onde abundam a Joni Mitchell, Paul Simon, Sheryl Crowe e Lisa Loeb, «and so on».

 

3. A impagável liberdade de que desfrutamos. Podemos ocupar uma mesa durante um dia inteiro que nenhum empregado nos vai chatear, com palavras ou olhares. Em dias de chuva em Nova Iorque e em diferentes Starbucks, testemunhei as seguintes situações:

 

a) uma rapariga com ar de Sandrine Bonnaire  a dar uma explicação de francês a um negro norte-americano que durou mais de duas horas;

 

b) um casal de adolescentes americanos que se passou a manhã (já lá estavam quando eu cheguei e sobreviveram à minha partida) em jogos de cartas, entremeados por apaixonados exercícios de respiração boca a boca;

 

c) um vendedor de PPR a tentar convencer um renitente cliente simulando dezenas de situações no seu portátil  durante tanto tempo que a bateria acabou e teve de o ligar à corrente (fui-me embora sem saber o desfecho, mas apostaria em que não conseguiu vender nada);

 

4. O saboroso café Americano servido num copo enorme e com um pensamento bonito impresso. Como eu sou dado a exageros, fico feliz por poder beberricar durante mais de uma hora, enquanto leio um jornal ou planeio a tarde, um litro de café com menos cafeína que um expresso bem tirado.

 

Reconheço que os preços cobrados não são, em absoluto, baratos. Mas se tivermos em conta todo o estilo de vida que recebemos em troca do que pagamos, acho um magnífico negócio ser um cliente residente dos cafés Starbucks.  

 

Apenas uma pequena nuvem negra tolda o entusiasmo da notícia que anuncia o eminente e iminente desembarque desembarque da Starbucks na West Coast da Europa.

 

Portugal e Bulgária são os mercados onde a cadeia de Seattle vai entrar em 2008.  

 

No ranking da UE, há quatro países do alargamento (Eslováquia, Chipre, República Checa e Malta) que já nos deixaram para trás.

 

Bruxelas prevê ainda que este ano vamos ser ultrapassados pela Estónia. E adverte de que devemos ter muito cuidado porque o pelotão constituído pela Eslováquia, Hungria, Letónia e Lituânia aproxima-se a grande velocidade e já aparece no nosso espelho retrovisor.

 

No ranking Starbucks, estamos a par da Bulgária, que ocupa o segundo país mais pobre (apenas à frente da Roménia, onde foram filmadas as cenas da aldeia miserável do Borat). Que medo!

 

 

música: É pra amanhã, António Variações
publicado por Jorge Fiel às 11:46
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Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2007

Como fazer um figurão no regresso de Las Vegas gastando apenas 3.98 dólares (mais taxas)

 

A minha vida é um livro aberto. Por isso, na hora da despedida de Las Vegas, deixo aqui aos meus amigos três boas sugestões para prendas baratas, mas de grande efeito, para trazerem para familiares, amigos e conhecidos, se um dia se sentirem tentados a visitar a capital do pecado.

 

Este gesto, de factura larga, pode acarretar-me sérios problemas pessoais. Apesar do carácter praticamente anónimo e clandestino deste blogue, não estou livre deste «post» ser lido por pessoas a quem eu trouxe algumas das prendas aqui descritas - e que elas fiquem muito aborrecidas ao tomarem conhecimento das rídiculas somas que eu gastei com elas.

 

Não importa. Acho que com esta atitude provo de forma inequivoca que a Roupa para Lavar presta um serviço público superior ao praticado pela Sic com a exibição da Floribella.

 

Ora vamos lá á sugestões:

 

a) Baralho de cartas: 99 cêntimos

 

As cartas usadas nos casinos são posteriormente vendidas um pouco por todo o lado a um preço bastante competitivo;

 

b) Fichas: um dólar

 

Há imitações das fichas usadas nos casinos. Mas não há nada que chegue à «real thing». Na minha opinião as fichas mais bonitas são as do Bellagio. Por um dólar obtem, legalmente, uma ficha de um dólar. Tão simples quanto isto;

 

c) Dados viciados: 1.99 USD

 

Em qualquer loja de recordações pode adquirir dois dados rigorosamente iguais aos dos casinos que se atiram e dão sempre 11 ou 7, que me parecem ser os números mágicos do jogo (ainda não consegui perceber as regras, se alguém sabe faça o favor de mas explicar, que eu agradeço..).  Isso é conseguido pelo facto de um dos dados ostentar o 5 em todas as faces, enquanto o outro tem duas hipóteses: 6 ou 2.

 

 

5ª FEIRA 15 FEVEREIRO

All my bags are packed I'm ready to go

 

Não é exactamente um momento perfeito, mas anda lá perto. São dez da manhã. O tempo está bestial. O Fevereiro de Las Vegas equivale aos nossos melhores dias de Primavera. Estou sentado na esplanada do Starbucks do Golden Nugget a beber um copo enorme («venti size», maior que o «tall» e o «grande») de «coffee of the day», que garantem ser da Etiópia.

 

O Starbucks é assim. Levam-nos 3.07 USD por um copo de café (2.85 a mercadoria mais 0.22 de taxas para o Estado de Nevada) mas deixam-nos de bem com a nossa consciência, pois vendem café de Timor e da Etiópia, o New York Times e CDs da Joni Mitchell e da Maggie Gyllenhaal. O Starbucks é um filho bastardo do fabuloso poema America, de Gingsberg («America, quando serás digna do teu milhão de trotskistas?»). O Festival de Sundance é um filho legítimo pois não tem fins lucrativos - não é um «rip off» (uma roubalheira) como o Starbucks.

 

Apesar de tudo, eu não acho o Starbucks caro. Depende. Se se compra o café para levar e beber na rua é mesmo uma roubalheira. Mas se se encara o preço do café como algo que inclui, para além so preço da bebida, o aluguer da mesa, que vamos ocupar pelo menos durante três horas, a ler American Express de Las Vegas, a pôr o email em dia (apagando todos os mails que nos prometem emagrecer enquanto dormimos, «enlarge your penis» ou que oferecem Viagra e Cialis a preços de saldo), pastar a paisagem, dar explicações de francês, ou galar a mãe ainda um pouco gorda mas mesmo assim apetitosa e sequiosa de atenção que empurra cadenciadamente o «side car» com um bebé de peito metido lá dentro (é claramente a mão que embala o berço...), bem, se se trata disto, então o preço pode não ser assim tão caro...

 

Passei o meu último dia em las Vegas na «Downtown», que exala um ar deliciosamente decadente e tem na Fremont Street, uma rua coberta, o seu centro de gravidade.

 

A Baixa, que também responde pelo nome de Glitter Gulch, atrai criaturas ainda mais bizarras do que a sua irmã (muito) mais nova, a Strip, reluzente e sem rugas nem cheiro a mofo.

 

Bebi um café na esplanada do Starbucks do Golden Nugget, a admirar a bela fachada do Binion's, o casino-hotel fundado em 1951 por Benny Binion, jogador de Dlaas e contrabandista, que recebe ainda hoje em dia alguns dos mais excicitantes torneios mundiais de poker.

 

A Fremont Street estava cheia pelo som de «Clocks», dos Coldplay, «Born in the USA», de Bruce Springsteen, e «With you or without you» dos U2, enquanto eu, sentado na esplanada do Starbucks do Golden Nugget, tentava decidir se estava ou não a viver um momento perfeito.

 

Almocei  por sete dólares uma sandes de pastrami e uma Bud Lite no Golden Gate, o herdeiro do Sal Sagev (Las Vegas escrita ao contrário) o primeiro casino de Las Vegas, que faz questão de ainda vender a 99 centims o seu «shrimp coctail» (se bem que disponibilize a versão «big» a uns mais actuais 2.99 USD).

 

Espiolhei as casa de penhores (Pawn) sem arranjar coragem para compra o ouro consumido pela voragem do jogo.

 

Adorei passear-me pelo interior da fantástica Main Station, a estação de caminho de ferro do século XIX que foi reconvertida no mais charmoso dos hotéis-casino da cidade.

 

Depois voltei ao Luxor. «All my bags are packed, I'm ready to go», como cantaram os Peter, Paul & Mary. Dei um dólar de gorjeta para resgatar a Samsonite cinzenta que comprei por cem dólares, em Seul, há quatro anos. Apanhei o Shuttle que me levou por 5.50 USD ao aeroporto (à chegada «tipei» o motorista com um dólar). E apanhei o voo da Continental para Nova Iorque.

A chave do meu quarto no Luxor
publicado por Jorge Fiel às 00:41
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Domingo, 4 de Fevereiro de 2007

Triunfo da Starbucks assinala decadência gaulesa

A Place des Vosges é provavelmente a praça mais bonita de Paris

Há um Starbucks no Louvre e outro na Madeleine. Só para citar dois exemplos. Os Starbucks estão a invadir Paris e isso é muito bem feito. É a prova dos nove da decadência gaulesa. Os franceses inventaram os cafés, mas acabaram por os musealizar.

 

O café de que gosto e quero frequentar é um café onde posso rapar do baralho de cartas e jogar, abrir o portátil e responder aos mails, onde passo a tarde a ler um livro do Simenon  ou a anotar ideias com a caneta roxa da Muji nas folhas quadriculadas do caderno Clairefontaine.

 

 

POESIA

O Nicolau deu-me a bela ideia de falar da Adília

 

A chegada do meu distinto amigo Nicolau a esta página de blogues deu-me a ideia de falar um pouco de poesia aqui na Roupa para Lavar: Acho que é uma bela ideia. Fiquei logo apaixonado por ela (a ideia) Só lhe descubro vantagens. Para começar, eleva um pouco o nível cultural deste blogue, cuja futilidade já começa a ser criticada em voz alta por parte da freguesia -e com razão. Veja-se, a título de exemplo a certeira crítica produzida no domingo passado pela inestimável Buzian.

 

Bom, como sabem, não tenho segredos para vocês, por isso devo confessar que não sou um grande entusiasta de poesia. Consumo alguma coisa, mas pouco, muito provavelmente devido à minha enorme falta de sensibilidade. Às vezes dou mesmo por mim a pensar porque é que na esmagadora maioria das vezes os poetas não aproveitam as linhas todas e desperdiçam tanto papel. E convenço-me que mais dia menos dia esse desperdício vai ser proibido, ou pelo menos declarado politicamente incorrecto. Estão a ver as implicações ambientais dessa mania, a quantidade de árvores abatidas, o aquecimento global e outras coisas assim parecidas...

 

Consumo pouco poesia, mas ainda assim vou lendo alguma. Sou, por exemplo um fanático admirador da Adília Lopes, a quem cheguei pela porta da prosa (guardo religiosamnete as crónicas que ela escreveu para a Pública). E por isso apetece-me reproduzir aqui um poema dela, apesar dela não ter morrido (os poetas por norma são apenas lembrados na hora da morte ou do Prémio Pessoa). Pelo menos que eu saiba, ela estava viva - pode estar com uma gripe mas creio que está viva.

 

Por isso aí vai um naco de poesia da Adília, extraído o livro Sete Rios Entre Campos e cuja reprodução não tem impoacto ambiental negativo (eu não sou assim tão distraído e estou a par da campanha pró ambiental que o Expresso tem em curso):

 

É preciso agir

é preciso foder

isto é etimologicamente

cavar na cidade

é por vezes

tão difícil foder

como cavar

mas mando quinze tampas

de iougurte Longa Vida

natural

para o Apartado 4450

e plantam-me

uma alfarrobeira

na Arrábida 

 

 

LINGUA

O «então vá» não passa de um porco galicismo

 

Detesto o «então vá» que é cada vez mais usado a sul da Serra dos Candeeiros para pôr um ponto final a um conversa telefónica (ou até mesmo presencial). Aborrece-me que o pessoal da corda linguística tivesse andado ocupado com a TLEBS e não se tenha pronunciado sobre o terrivel hábito do «então vá», ainda mais irritante que o «pá» (falecido ou pelo menos em vias de extinção) ou o recorrente «tasse bem».

 

Penso que achei a sua origem na semana passada, em Paris. Estou convencido que o «então vá» é uma miserávele porca tradução livre do francês «vas y».

 

 

MÚSICA

Como Cristina Branco mudou a vida de Da Silva

 

O Emmanuel Da Silva, não é um cantor grande (acho que só com boa vontade chegará ao metro e meio, a Felícia iria adorar conhecê-lo) mas é, sem dúvida  um grande cantor. Recomendo a todos as preclaras e preclaros o seu disco de estreia «Decembre en Eté», que apesar dos tempos sombrios em que vive a indústria discográfica vendeu 80 mil exemplares em França.

 

Da Silva, filho de um emigrante português de Braga, tem 30 anos, todos os anos passa um mês na casa que os pais fizeram na Ericeira. Começou com uma banda punk e mudou de ideia depois de ouvir discos de Cristina Branco e Amália Rodrigeus. «Compreendi que transmitir mais poder e emoção só com uma voz e uma guitarra do que com todo o barulho de uma banda punk».

 

Madredeus, Mísia e Johnny Cash são algumas preferências musicais deste cantor autor, que não aprecia muito Mariza. Tenho pena de não poder incluir (por razões técnicas) neste blogue uma amostra das palavras e músicas de Da Silva. mas estou na disposição de mandar  uma canção por mail a quem o solicitar.

 

 

SOCIAL

Merche morena, Elsa vota Não, Cinha animadora e Sócrates está só

 

A Merche copiou a Cameron Diaz e apareceu de cabelo escuro e apareceu em público com o antigo namorado.

 

A Elsa Raposo mudou de visual no terceiro mês de gravidez e tem em curso uma cruzada contra a quebra da taxa de natalidade. Diz que não sabe qual é o sexo do bebé que está a crescer na sua barriga (há mesmo quem diga que ele desconhece mais coisas fundamentais, tais como, por exemplo, quem é o pai. Mas garante não desanimar: «Ainda quero ter outro bebé depois deste». Boa. Acho que vai votar Não no referendo.

 

A Cinha Jardim desmente romance com o professor de surf, mas aparenta não se importar com o boato: «Com um país tão cinzento, cá estou eu para o animar». Apesar do desmentido, Elsa Raposo declara condenar a aproximação enter Cinha e o o seu ex Mário Esteves, que acumula a profissão de professor de surf com a de realizador de cinema. 

 

Sócrates e Câncio ter-se-ão separado. Ambos estiveram no concerto de Cura contra a leucemia, mas não se falaram. Se quiserem confirmar, liguem ao António José Teixeira, ao Luís Paixão Martins ou deixem um comentário com essa pergunta no blogue da Fernanda Cãncio.    

 

 

ECONOMIA

O Manel Pinho é um tipo porreiro mas aproveitou-se do Ludgero

 

Estou convencido que o Manuel Pinho é um tipo porreiro, mas ele acha que eu o persigo. Como é óbvio, está enganado. Ele não precisa de ser perseguido, porque se persegue a ele próprio.

 

A ideia de tentar atrair investimento chinês argumentando com os nossos baixos salários não é exactamente nova.  Foi copiada de Ludgero Marques, o presidente da AEP, que em entrevista ao imperdível  Porto Canal afirmou que Portugal é a China da Europa e preconizou um aumento generalizado de 20% dos salários, acompanhdo pela flexiblização da legislação laboral.

 

 

A LIÇÃO DA SEMANA

Aprender Cultura do Futebol Para Fazer Benefício Do Glorioso Expresso

 

O Custódio, do Sporting, falha apenas 8% dos passes. A percentagem de falhanços de Raul Meireles, do FC Porto, ronda os 30%.

 

Quem é melhor? Se responder Custódio, vai perder. O sportinguista falha poucos passes mas não adianta nem atrasa, porque passa sempre a bola para o lado, para um colega que está a um metro de distância. Raul Meireles falha mais porque opta quase sempre por passes longos, chamados de ruptura. Quando acerta, cria um desiquilbrio que pode acabar em golo.

 

No Expresso, temos Custódios a mais e Raul Meireles a menos.

 

 

 

 

publicado por Jorge Fiel às 15:19
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Eu ao espelho


Nasci em Maio de 1956 na Maternidade Júlio Dinis. Fiz a primária no Campo 24 de Agosto e o essencial do liceu (concluído entre o Nobre e Gaia) no Alexandre Herculano. Entre os 15 e os 21 anos fui militante da LCI. Li quase tudo que o Marx, o Lenine, o Trotsky e a Rosa Luxemburgo escreveram.
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