Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009

Os perigos de usar extensões durante o lolipop

 

Do Harry vê-se o bigode e mais alguma coisa, mas não as mãos. Apesar da Ethel não aparentar usar extensões, a verdade é que o cavalheiro está com as mãos quietas - a deixá-la trabalhar em paz e sossego (imagem a partir de foto pirateada da Gina nº 187)

 

“E o sexo? Afinal o que tem a ver com as extensões? É simples, O que no cabeleireiro se ‘esquecem’ de dizer é que as extensões não são aconselháveis para quem pratica sexo. Foi por isso que tirei as últimas. Estava no acto, e zás, ele puxa-me pelos cabelos apaixonadamente e eu zás, estalo na cara, porque a dor do puxão das extensões fez-me ver estrelas (…)

Ponto mais importante – sexo oral: eu não sei como fazem as VIPs, mas eu cá tenho de fazer os impossíveis para ter uma prestação mais do que excepcional, para que eles se esqueçam dos cabelos quando estamos no lolipop! E acreditem, não é nada fácil concentrarmo-nos numa coisa, enquanto pensamos noutra – neste caso evitar o típico mexer nos cabelos durante o Chupa-Chupa”

“Sete anos de mau sexo”, Ana Anes, páginas 129/130

 

Ora aqui está uma problemática, a que os felizes leitores do Destak tiveram acesso em primeira mão, e que era completamente desconhecida para mim.

Tinha, é claro, a vaga ideia de que os cabelos excessivamente compridos (ou seja, os que vão até ao final das costas - ou mesmo ao início do rabo) podiam atrapalhar algumas acrobacias na cama, ao trilharem-se no corpo.

Mas nunca me tinha apercebido desta incompatibilidade manifesta entre o uso de extensões -  que uma leitura distraída da Caras ou da Lux nos garante não poderem estar mais na moda – e a saudável prática do sexo oral.

Baseada na sua experiência, a autora refere que nós, os homens, tendemos a mexer excessivamente na cabeça das mulheres quando elas próprias estão entretidas a mexer numa das nossas cabeças (a que, por norma, pensa pior).

Admito. Mas uma consulta atenta das duas edições da Gina (que adquiri como matéria prima para uso frequente nos sucessivos fascículos desta Enciclopédia Sexual Ilustrada da Lavandaria) demonstra que esse nosso comportamento é pouco profisisonal.

Em todas as nove situações de fellatio inventariadas nas referidas revistas a cabeça da mulher trabalhadora está livre das ingerências perniciosas por parte das manápulas masculinas.

Penso que por isso, o mais aconselhável será meter as mãos nos bolsos quando está a ser beneficiário de sexo oral.

 

música: This is how it goes, Aimee Mann
Tags:
publicado por Jorge Fiel às 18:08
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
Domingo, 8 de Fevereiro de 2009

Última chamada para Tóquio

Pela desenvoltura evidenciada, parece-me que a senhora da fotografia não usa aparelho nos dentes

 

“Ainda não refeita do choque e humilhação que é ranger os dentes à noite, dei comigo a pensar que mais humilhante será ainda, quando, numa noite escaldante, em que tiver o baixo ventre em ebulição (como diria a Arlinda Mestre, essa grande jet setter que ninguém conhece em França and anywhere else), tiver de usar o aparelho.

Como será? No meio de um french kiss a língua dele prende-se no meu aparelho e teremos de chamar os Anjos da Noite para nos descolarem?

Ou a meio de uma ‘chamada para Tóquio’  fica o meu aparelho preso ao ‘microfone’ dele?

E depois? Só me lembro de uma hipótese mais humilhante do que as anteriores: é a alternativa de dizer: ‘Sorry, honey, tenho de tirar esta coisa transparente para podermos fazer sexo seguro!”

“Sete anos de mau sexo”, Ana Anes, página 42

 

Confesso desde já não possuir qualquer saber de experiência relativamente aos efeitos colaterais, na qualidade do sexo oral, derivados do uso de um aparelho de dentes -  com intuitos correctores ou tão dissuasores do ranger nocturno de dentes.

Algures entre 74 e 75, namorei com uma rapariga que só alguns anos mais tarde vim a saber que tinha dois dentes postiços – e logo os dois da frente e do maxilar superior. Isso impressionou-me muito à época mas não tem a ver com a grandeza e importância da questão levantada pela preclara AA na crónica redigida para o extinto Independente, de que aqui que repesca o mais saboroso extracto.

A propósito do papel da dentição no fellatio, recordo que quando era moço, o imaginário do Porto era povoado por duas figuras populares que nunca cheguei a avistar: o Carlinhos da Sé (reconhecido larilas, que não vem ao caso)  e a Madalena dos Broches.

Constava que a Madalena era desdentada e retirava a dentadura antes de prestar o serviço, do que resultaria grande benefício para a clientela.

Acredito que sim, apesar de achar que os dentes não atrapalham – a não ser que sejam usados com os intuitos amputadores da senhora Bobbitt relativamente ao “microfone”.

Impressionou-me um mail recentemente recebido que continha um clip pornográfico, com aspecto de ser de produção caseira, em que uma senhora está ajoelhada na casa de banho e a meio da “chamada para Tóquio” deixa cair a dentadura ao chão. Deve ter sido um maçada – um corte.

Dizem-me ainda que o piercing no meio da língua proporciona um interessante prazer suplementar, mas volto a ter de confessar minha completa ausência de saber camoniano nesta magna e candente questão.

 

música: Just like a woman, Bob Dylan
Tags: ,
publicado por Jorge Fiel às 18:08
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
Sábado, 7 de Fevereiro de 2009

Sexo é um dos três grandes motores da História

 

Seis proeminentes cientistas norte-americanos foram suspensos pela Fundação Nacional da Ciência, por esta agência federal ter descoberto que passavam 20% do seu horário de trabalho a visitar sites pornográficos.

Penso que a divulgação desta informação chega como resposta para a pergunta: “Porquê?, Jorge Fiel, porquê o sexo, outra vez, mais uma vez?».

Mais. Os especialistas são unânimes em considerar que o sexo é um dos três grandes motores da História – os outros dois são o impulso de comerciar e os conflitos entre classes sociais.

Dito isto, lembro que a Enciclopédia Sexual Ilustrada da Lavandaria vai arrancar amanhã.

Para não haver grandes sobressaltos entre o fim do ciclo da casa de banho – que, como devem estar lembrados, se concluiu com posts dedicados à higiene oral -  achei oportuno manter-me no domínio da oralidade nas primeiras abordagens do novo ciclo.

Apesar de estarmos em plena “crise que só se vive uma vez na vida”, não me pouparei a esforços para que as preclaras e os preclaros fiquem bem servidos.

Para que isso aconteça, não me poupei a despesas, tendo sacrificado 17 euros e 97 cêntimos dos meus parcos rendimentos em material para este seriado, que espero eleve de forma significativa as audiências desta Lavandaria e a vivacidade na caixa de comentários.

Deste total, 11,97 euros foram investidos na compra, na Fnac do Chiado, de um exemplar de “Sete anos de mau sexo”, Ana Anes, Colecção Pecado Original, Editora Guerra e Paz, 156 páginas (1).

Além de não me poupar a esforços e despesas, também não me poupei a vergonhas e gastei seis euros (2) a comprar numa banca do Restauradores, em frente aos Correios, dois exemplares recentes da Gina, uma revista pornográfica de publicação periódica que planeio usar na ilustração da enciclopédia.

 

……………….

 

(1)  Não posso deixar de transcrever o oportuno comentário que o José de Pina teceu sobre esta obra seminal, que em boa hora o editor transcreveu na contracapa: “Este é sem dúvida, um livro útil, não apenas para as mulheres mas também para os homens. Se tivesse saído há mais tempo, com certeza Pinto da Costa não teria cometido tantos disparates e o Calor da Noite não teria assim perdido uma das suas alternadeiras”.

 

(2) Ainda tentei oferecer apenas cinco euros, mas a senhora não aceitou, apontando para o preço que vem marcado na contra-capa da revista, que é comercializada dentro de uma espécie de preservativo de plástico.

 

música: If not four you, Bob Dylan
Tags: ,
publicado por Jorge Fiel às 18:08
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

A arte de meter a pixota no mealheiro

O cavalheiro da foto não está a meter a pixota no mealheiro, mas sim na boca da senhora de óculos. Estejam, por favor, preparados para o pior…

Uma das minhas fantasias, nunca concretizada, foi a de viver à custa de mulheres.

Calma! Não quero com isto significar que ambicionei ser chulo, ou seja ter gajas a atacar por minha conta e assim poder viver despreocupadamente das comissões, livres de impostos, dos pagamentos feitos pelos seus clientes. Não, nada disso.

O que eu gostaria é de me ter casado com uma herdeira muito rica, que me possibilitasse levar a vida sem trabalhar, a viajar e divertir-me, sempre com os bolsos e a conta bancária provida, enquanto esperava pelo divórcio.

Quando a querida se apaixonasse por uma estrela rock ou um jogador de futebol americano, eu não iria regatear. Na hora do divórcio, contentar-me-ia em ficar com uns 15 milhões de euros, o apartamento no Dakota com vista para o Central Parque, o pequeno pied à terre no Marais e o pub em Mayfair. Mais nada.

Lamentavelmente, atravessei a vida sem conseguir meter a pixota no mealheiro.

Nunca me saiu essa sorte grande, mas penso que, neste delicado momento, em que estou a mudar de um longo ciclo de posts dedicado à casa de banho para um outro consagrado a um tema mais bem popular (o sexo), penso que posso ter uma pequena terminação.

Dito por outras palavras, preparo-me para, nas próximas semanas, chular o trabalho da Ana Anes, que compulsou no imperdível livro “Sete anos de mau sexo”, algumas das suas melhores crónicas sobre sexo – não só o puro e duro, mas também os assuntos de coração, românticos e suaves (às vezes….) – que deixou espalhadas por publicações tão diversas como o falecido O Independente, Maxmen ou Destak.

Armado em azeiteiro, usarei extractos da obra citada  - publicada pela Guerra e Paz e prefaciada pelo João Pereira Coutinho (1) -  como base para um seriado sobre sexo, que assumirá a forma de uma enciclopédia em fascículos.

Como me limitarei a seleccionar os excertos, escolher a ilustração (que medo!!!!!!) e proceder a uns comentários, pode dizer-se que, finalmente!,  vou viver à custa de uma mulher.

……………………………………..

(1) Refiro-me ao cronista, não ao empresário homónimo que dava boleias no seu Falcon ao Durão Barroso e família para passarem umas férias pagas na sua ilha brasileira privativa.

 

música: Don't think twice, it's all right, Bob Dylan
Tags: ,
publicado por Jorge Fiel às 18:08
link do post | comentar | ver comentários (7) | favorito
Terça-feira, 18 de Março de 2008

Como a prática do 69 demonstra que a unanimidade nem sempre é consensual

 

O pessoal da lavandaria é danado para a brincadeira (nada que eu já não soubesse) e após ter lido o meu discurso cartesiano sobre o broche tem-me incitado a ir mais longe, até ao minete, passando pelo clássico e unânime (mas não consensual) 69.

 

É claro que eu entendo perfeitamente as razões subjacentes a este incitamento ao aprofundamento de temas badalhocos.

 

Resguardados atrás de nicks imaginativos (às vezes nem tanto, mas o que é que se há-de fazer?), as preclaras e os preclaros são uma espécie de não-pessoas que se divertem à ganância a descobrir até onde posso ir na trilha da javardice – e no seu íntimo estão convencidos de que eu posso ir muito longe.

 

Na verdade, eu não só posso ir mais longe (presumo que já dei provas disso) como sinto que devo ir (mais longe).

 

Acabo de aterrar numa redacção nova, a do Diário de Notícias, muito naturalmente constituída por gente curiosa (uma virtude profissional) e por isso interessada em reunir rapidamente o máximo de informações sobre o recém chegado (eu).

 

A minha chegada ao DN coincidiu com a publicação do «post» sobre o broche, que se tornou um êxito instantâneo junto dos meus novos colegas. Ganhei assim uma sólida reputação de tarado que tenho, a todo o custo, de preservar.

 

Desiludam-se os que esperavam de mim uma apologia do 69. Nada disso. Mantenho relativamente a essa prática uma certa distância crítica, que procurarei fundamentar.

 

No mundo moderno, o romantismo do gesto não se compadece com a absoluta necessidade de nunca dispersarmos a nossa atenção e nos focarmos no que estamos a fazer.

 

Ora o 69 é uma prática radicalmente contrária à focalização. Ou bem que uma pessoa se concentra a chupar a outra como deve ser (e desenganem-se os ignorantes que acham que basta usar a língua como um S. Bernardo para dar satisfação á parceira e praticar um cunnilingus competente) ou bem que tira todo o partido do facto de estar ali a ser chupado, como um principe.

 

Preconizo, por isso, que o 6 seja separado do 9 e as que ambas as coisas sejam feitas de forma sequencial e não simultânea.

 

Há quem defenda que o 69 mais não é do que uma deriva romântica do igualitarismo de índole marxista-leninista, mas o Luciano (que como sabem é o meu guru nestas matérias) desmente vigorosamente essa pista,

 

Garante o Luciano que o bom do Lenine sempre se recusou a fazer 69 com a Nadezhda Krupskaya, argumentando que essa prática era «uma miserável invenção do capitalismo» (cito Luciano citando Lenine).

 

O 69 é uma daquelas práticas que prova a imensa sabedoria do meu amigo (e ex-colega) Valdemar Cruz que percebeu antes de todos nós que, cito, «a unanimidade nem sempre é consensual».

 

Resumindo e baralhando. O 69 é unânime, mas não consensual. Do meu ponto de vista, não é sexo puro e duro mas antes uma delicadeza, um gesto cavalheiresco em tudo similar a levantarmo-nos quando chega uma senhora à mesa - ou abrir-lhe a porta do carro.

 

música: In the hour, Melanie
publicado por Jorge Fiel às 16:03
link do post | comentar | ver comentários (49) | favorito
Terça-feira, 4 de Março de 2008

Discurso cartesiano sobre o broche

O broche é um tema fracturante na minha comunidade de amigos, que se dividem em dois partidos – os que o encaram como um fim em si e os que reduzem o seu papel a uma espécie de auge dos preliminares, a transição para a queca, - ou, dito por outras palavras, o último patamar das hostilidades antes da penetração.

O meu amigo Luciano (1) diz que isso é ao mesmo tempo verdade e um falso problema, uma vez que todas as alturas são boas para ser chupado e quem disser o contrário ou está a complicar ou a armar-se.

Eu acredito no Luciano, que é o meu líder espiritual em matérias de sexo, uma vez que o seu imenso saber neste domínio é camoniano – de experiência feito.

Senhor de uma mente cartesiana e amigo da conceptualização, Luciano divide o broche nas seguintes categorias:

a)     O broche de aquecimento, praticado no âmbito dos preliminares e por isso não levado até às suas últimas consequências, uma vez que o homem, depois de se explicar, observa um período refractário (cuja duração pode oscilar entre 20 minutos e um ano) antes de voltar a estar operacional (o Luciano garantiu-me que essa das duas sem tirar fora é um reles mito urbano);

 

b)    O broche completo, que só termina com a ejaculação.

Há imensas variantes desta última modalidade, sendo que a  mais culta é o broche literário. Nesta categoria, o homem tira partido do facto de ser o único da parelha que não está com a boca cheia e lê em voz alta excertos dos melhores clássicos da literatura erótica, como a Filosofia na Alcova, do bom e velho Marquês de Sade.

Depois, há ainda uma mão cheia de possibilidades relativamente ao local onde deve ser depositado o sémen. Os mais populares são:

a)     A boca, destino popularizado pelo clássico do porno «Garganta Funda», protagonizado pela inesquecível e falecida Linda Lovelace;

 

b)    A cara, solução de recurso para os mais aflitos, em virtude da proximidade geográfica da boca, mas uma hipótese que no caso do gajo ser fedorento pode inviabilizar posteriores manifestações de carinho;

 

c)     As mamas e a barriga, opções honestas e que apresentam a incrível vantagem de não prejudicarem a ocorrência de ternos e apaixonados beijos na boca.  

Os puristas defendem que no verdadeiro broche, o esperma deve ser depositado na boca e engolido. O que levanta uma questão que poderei abordar posteriormente e em separado, sobre a maneira como a nossa alimentação influencia o sabor do esperma.

Os moderados aceitam que o esperma seja depositado na boca mas não engolido, podendo assim ser usado para tentativas de brincadeiras como fazer bolas tipo chiclete.

O Luciano garante que existe um número não negligenciável de mulheres que prefere o broche puro e duro (sendo que esta característica se deve também alargar ao órgão sexual masculino) à clássica queca, acrescentando que isso não tem nada a ver com a «patetada do orgasmo na garganta» (cito sic as palavras dele).

Conta o Luciano que teve uma namorada, que por razões de conveniência designaremos por Laura, que era absolutamente doida por uma modalidade de broche absolutamente radical – o broche em movimento.

Quando os dois iam almoçar ou jantar fora, era certo e sabido que mal o Luciano engatava a primeira, a Laura lhe abria a carcela e começava laboriosamente a chupá-lo com a mestria de uma catedrática do broche.

Felizmente, o meu amigo orgulha-se de ter concluído mais de um ano de intenso namoro com a Laura com uma taxa de sinistralidade zero – ou seja sem sofrer qualquer espécie de acidente rodoviário.

Apenas recenseia um percalço. Um dia, depois de se ter explicado, a coisa deve ter ido para o goto da Laura, a miúda engasgou-se à séria e vomitou tudo (sempre que o tudo incluía o arroz de polvo malandro) nas calças do Laura, que tiveram de ir direitinhas para a máquina de lavar  - ele teve vergonha de as levar à 5 a Sec.

 …………………………………………

(1)  Bem, como presumo que sabem, o Luciano efectivamente não se chama Luciano, eu é que lhe arranjei esta falsa identidade para evitar que ele se chateie comigo e deixe de ser meu amigo

 

música: Sexual healing, Marvin Gaye
publicado por Jorge Fiel às 19:26
link do post | comentar | ver comentários (52) | favorito

Eu ao espelho


Nasci em Maio de 1956 na Maternidade Júlio Dinis. Fiz a primária no Campo 24 de Agosto e o essencial do liceu (concluído entre o Nobre e Gaia) no Alexandre Herculano. Entre os 15 e os 21 anos fui militante da LCI. Li quase tudo que o Marx, o Lenine, o Trotsky e a Rosa Luxemburgo escreveram.
Ler mais

Pesquisar este blog

Entradas recentes

Os perigos de usar extens...

Última chamada para Tóqui...

Sexo é um dos três grande...

A arte de meter a pixota ...

Como a prática do 69 demo...

mais comentados

últ. comentários

Num passeio à Ribeira lembrei-me de recordar algum...
prática do sexo anal estaria aumentando?Embora no ...
O autor deste artigo de peixe não sabe nada, por i...
Carissimo, em Espanha o pez espada é o que nós cha...
Na Galiza o rodovalho tem o mesmo nome. O pregado ...

Arquivos

Abril 2012

Março 2012

Outubro 2011

Agosto 2011

Abril 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Maio 2006

Ligações

Tags

todas as tags

blogs SAPO

Subscrever feeds