Sábado, 19 de Janeiro de 2008

Roubaram-me o rádio do Mini. Ao que isto chegou!

 

Isto está pior do que é pintado com cores sombrias no Boletim de Inverno do Banco de Portugal. Estamos a bater no fundo. Ao que isto chegou! Não encontro outra explicação para o facto de um ladrão incauto e incompetente me ter palmado o rádio do Mini.

 

Não guardo muito rancor ao infeliz larápio, que a esta hora já deve estar mais do que arrependido do irreflectido cometido sob a influência de substâncias ilícitas (talvez cavalo) ou lícitas (talvez vinho «bag in box»).

 

Imagino a vergonha porque passou o desgraçado delinquente quando tentou vender o rádio que me gamou. Deve ter sido insultado. Gozado de fininho. Ridicularizado sem piedade. Até enxovalhado! Se calhar até lhe cuspiram e/ou bateram. Estou em crer que os receptadores de artigos roubados podem ser muito cruéis com os seus fornecedores.

 

O meu falecido rádio não valia um chavo. Era uma espécie de eutanásia de auto-rádio. Um naufrágio. E com toda a certeza, foi fabricado muito antes do meu Mini Clubman, que saiu da linha de montagem britânica no já longínquo mas feliz ano de 1974 (25 de Abril, Sempre!).

 

Posso fornecer três preciosas informações que habilitam todos os distintos frequentadores da lavandaria a ajuizarem do elevado grau de estupidez do gajo que me roubou o rádio.

 

1. Não comprei o rádio. Foi-me oferecido pelo meu mecânico, a título de brinde por ir lá regularmente mudar o óleo e afinar os travões. Um dia, fez-me uma surpresa: «Olhe, senhor Jorge, como não tinha rádio eu instalei-lhe um. E lhe não levo nada pelo trabalho…».

 

2. A única estação de FM que eu conseguia sintonizar no meu falecido rádio era a M80, que eu ouvia de vez em quando apesar da emissão chegar cheia de ruídos de fundo, provavelmente causados por electricidade (o diagnóstico é meu, deve ser errado, pois eu não percebo nada destas coisas).

 

3. Como até eu consigo abrir a porta do meu Mini com um corta unhas, tenho por hábito não o fechar à chave, para facilitar o acesso a eventuais ladrões, evitando assim, com este gesto previdente, que eles danifiquem a fechadura ou partam um vidro, num momento desatino.

 

Por essas e por outras, a coberto da noite, o meu Mini tem sido frequentemente inspeccionado por alguns dos melhores e mais reputados gatunos profissionais da nossa praça (sabe-se lá se já não estará estado lá dentro um membro do gang da Ribeira ou do gang rival de Miragaia?) que  passaram criteriosamente em revista o seu interior, buscando debalde algum artigo susceptível de ser comercializado.

 

Um dia, um amador, mais desesperado ou com um critério mais largo, subtraiu-me do interior do Mini um saco azul do Ikea e o mapa Optimus das Estradas 2006, que fora distribuído gratuitamente com o Expresso.

 

Mas nunca, jamais, em tempo algum, os visitantes nocturnos do meu Mini se interessaram pela porcaria do auto-rádio. Até agora. Até se ter atravessado no meu caminho o mais idiota e falhado dos ladrões da Pasteleira. Uma merda. Uma vergonha.

 

Eu estou-me a marimbar para o rádio. O que me chateia mesmo é que o palerma (ou, se preferirem, imbecil) que protagonizou esta triste história assassinou uma das mais bonitas frases que tinha guardada para a minha autobiografia:

 

«Ao longo de toda a minha vida nunca tive problemas com ladrões  - só com policias».

 

O energúmeno (ou, se preferirem, cretino)que se achandrou com o rádio do meu Mini transformou esta verdade numa mentira. O grande estupor - e patife sem nome.

 

 

música: Guarda a faca. Rádio Macau
publicado por Jorge Fiel às 20:01
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81 comentários:
De CRN a 20 de Janeiro de 2008 às 00:08
Camarada Fiel,

Se considerarmos que o veiculo estava aberto e vazio, podêmos interpretar que abandonado, que o auto-radio já nao possui um valor digno de um chuto, que existe gente que coleciona de tudo e que pode considerar o objeto algo "kitsch", podemos atribuir a outros factores o lamentável sumiço do mesmo.

Assim, penso que o Camarada Fiel nao estaria obrigado a assumir um problema com os amigos do alheio, pelo menos até prova em contrário.

Por outra parte, constatando o arreliado do texto, espero que o motivo da mesma nao seja uma afeiçao, por inusitada razao, a dito aparelho, algo que, isso sim, pode constituir uma perda irreparável, a qual, esperemos, nao resulte numa espécie de carcoma que torne agre a utilizaçao do seu mini e consequentemente, ainda que de maneira irrelevante, o espirito.


P.S.- Espero estar equivocado, ainda que especulando sobre os motivos pelos quais fotografou previamente o subtraido, tudo aponte negativamente.


De Jorge Fiel a 22 de Janeiro de 2008 às 13:35
Preclaro Caparica

Parece-me um pouco exagerado considerar abandonado tudo que esteja aberto e vazio. Se pensar um pouco, penso que me dará razão e vai rever este seu critério.

Fotografei o meu falecido rádio praticamente sem querer,por acaso, ao experimentar a máquina no interior do carro, antes de fazer as fotos exteriores do meu Mini Clubman que mais dia menos dia ilustrarão um «post» que lhe será dedicado (ao Mini, não a si).

A bem da Nação!
De CRN a 22 de Janeiro de 2008 às 19:46
Camarada Fiel,
A frase: "podêmos interpretar que abandonado", só contempla a possibilidade de que nós, se caso fosse, ou outros individuos, consideremos abandonado o dito. Mesmo lamentando tal facto, ou nao, ainda estamos longe da noosfera e como tal devêmos considerar a real diversidade, motivando certa estranheza ler esta resposta se, considerarmos o respeito que por tal parece nutrir se antendermos aos seus textos. Assim, antes que o critério, penso que a verificar seria a sintaxe.
No relativo ao Post prometido, desde logo dificil e lisonjeiro se por caso se me ocorrera imaginar-me como objecto do mesmo, cenário que só contemplaria se nao tivesse consciencia de mim. Por outra parte, permita-me sugerir que as fotografias com abundante luz solar, a qual esperamos dentro de algumas luas, favorecem bastante mais qualquer ilustraçao, ainda que o mini, frankly, se coadune mais com a estaçao actual.

Cordialmente

CRN
De Jorge Fiel a 23 de Janeiro de 2008 às 14:27
Preclaro Caparica

O aquecimento global e o Al Gore baralharam isto tudo!

A bem da Nação!
De Abobrinha a 20 de Janeiro de 2008 às 00:34
Guru

Rigorosamente falando, ele não lhe causou problemas nenhuns: o rádio não valia um chavo, logo estava a estorvar! Ou seja, fez-lhe o favor de o livrar de uma porcaria que estava a mais!

Quanto ao seu mecânico... conserve-o! Com amigos desses está livre de uma penhora!

bh6wgza
De Jorge Fiel a 22 de Janeiro de 2008 às 13:36
Chérie Abobrinha

O meu mecãnico, António Santos de seu nome, residente em Arcozelo (VN Gaia), próximo da Santa Maria Adelaide, merece um «post» - e talvez uma estátua!

A bem da Nação!
De Abobrinha a 20 de Janeiro de 2008 às 00:36
Guru

Lembrei-me agora que não comentei o seu post anterior. Estava a ver se aquilo javardava, mas estava muito fraquinho. Vou ver se baixo o nível àquilo, que aquilo parece um baile de virtuosos!

vwqmv2a
De ARTNIS a 20 de Janeiro de 2008 às 01:26
Abobrinha

Para javardar? Sugiro uma viagem até à Bùssola - sei que conhece - e tente fazer baixar(será possivel?) ainda mais, o mau nível daquela coisa.
Quanto ao auto-rádio do Fiel,só admiro o ladrão, não ter levado o "presente" por inteiro.
Já agora, foi este Troll, - como nos chama - que primeiro chamou a atenção, para aquela gralhazinha.
De Abobrinha a 20 de Janeiro de 2008 às 11:29
Artnis

Um troll é uma "coisa" destrutiva. Quem chama a atenção para uma gralha que confunde FC Porto com Porto não cabe automaticamente na categoria de troll: cabe na categoria de freguês do meu estabelecimento e de membro útil da sociedade. Eu li a chamada de atenção para a gralha no texto e até pensei que já teria copiado o texto corrigido. A chamada de atenção do ZumZum é que me provou o contrário.

Em relação à bússola, conheço e leio com bastante atenção. Comentei um par de vezes, mas ainda estou um pouco... não sei... renitente em comentar. São trols a mais! Gente que grita em maiúsculas morte aos mouros, morte ao SLB, que benfiquistas nortenhos são traidores e outras barbaridades tais. Com um troll de cada vez (como acontece no meu estabelecimento e acontecia no "roupa para lavar") eu ainda vou podendo. Mas assim é ruído a mais.

Aliás, acho que os autores da bússola deveriam dizer alguma coisa em relação a este tipo de comentários. Quanto aos posts, os mais equilibrados são mesmo os do Jorge Fiel. Acho que mostram um amor ao Porto imenso, mas sem perder de vista a envolvente (e não é só o Norte, mas todo o país). Admito que possa estar errada e posso simplesmente não ter lido com atenção todos os autores.

Eu sou nortenha porque nasci aqui. Continuarei nortenha sempre só porque foi aqui que me desenvolvi como pessoa aqui mesmo. Por acaso continuo a morar aqui e considero que conheço pouco do resto do país em relação ao que queria, o que é uma falha que tento colmatar dentro dos meus limites e da minha disponibilidade. Mas não dentro do bairrismo nortenho e sulista (são a mesma porcaria) que muitas vezes se grita no blogue bússola!

Já agora, Sintra conheço pouco mas está na lista de sítios a que tenho que dedicar tempo e dedicação. Artnis é um excelente nick, mas é Sintra escrito ao contrário. Digno do meu estabelecimento: esteja à vontade para deixar lá um bitaite quando quiser.

zz4yugq
De Jorge Fiel a 22 de Janeiro de 2008 às 13:43
Chérie Abobrinha

Antes do mais agradeço-lhe, curvado, os mimos que me tem dispensado no seu blogue. Obrigado.

Não sei se já lhe disse, mas não sei o que haveria de ser de mim sem si.

Quanto a Sintra, gosto. O Palácio da Pena deve ser das coisas mais fabulosas que este país tem. O único defeito é ser um pouco húmida (Sintra)

A bem da Nação!
De BOCAS a 22 de Janeiro de 2008 às 09:50
ARTOLAS,

Não passas de mais um LOBO a Querer mostrar a Pele de Cordeiro que não TENS!!!!

Vai dar banho ao JEKO !!!!
De Jorge Fiel a 22 de Janeiro de 2008 às 13:44
Peclaro Bocas

Nesse domínio, tenho prefetrência pelo «vai montar-te num porco» - ou até mesmo pelo clássico «vai dar sangue».

A bem da Nação!
De Jorge Fiel a 22 de Janeiro de 2008 às 13:39
Preclaro Artnis

Terei de dar razão ao meu amigo.

Hátrocas de palavras e insultos na Bússola que são exageradamente rasteiros e muito pouco criativos.

A bem da Nação!
De Jorge Fiel a 22 de Janeiro de 2008 às 13:38
Chérie Abobrinha

Calma, filha.

Não se deixe cair em tentação!

Não é indispensável exagerar no ajavardamento.

A bem da Nação!
De Abobrinha a 22 de Janeiro de 2008 às 21:25
Guru

Gostei desse "filha": fica-lhe bem esse lado paternal. Não sei se deu para notar, mas ultimamente "calma" não tem sido o meu forte. Mas isto passa.

A javardice tem hora. E no meu e no seu estabelecimentos servem para atrair clientela. De certo modo nesse aspecto somos sócios.

w2g7twn
De Jorge Fiel a 23 de Janeiro de 2008 às 14:29
Chérie Abobrinha

Obrigado sócia.

Sócioa é um bocado a tradução livre para português do «mate» muito usado pelos australianos, não é?

A bem da Nação!
De Com tranquilidade a 20 de Janeiro de 2008 às 02:02
Caro JF

Pela descrição do objecto, aconselho-o a ir amanhã a Serralves, pode ser que tenha uma surpresa...
De Jorge Fiel a 22 de Janeiro de 2008 às 13:46
Preclaro Com Tranquilidade

De primeira. 18,5 numa escala de zero a 20. Adoro as bocas assim - tão secas como um vinho Fino de Jerez de la Frontera.

A bem da Nação!
De Pedro Barbosa Pinto a 20 de Janeiro de 2008 às 11:49
Ilustre Jorge Fiel,

Nesta fase atrapalhada da sua vida, com a saída do Expresso, retirada da vesícula e procura de novo emprego, não terá o ilustre dado atenção em demasia à Fiat Marea e negligenciado o desgraçado do Mini? Estando parado não há necessidade de mudas de óleo e afinações aos travões.
Já falou com o seu amigo mecânico depois do roubo?
Quem sabe ele lhe dirá:
«Olhe, senhor Jorge, como o Mini deixou de ser meu cliente eu desinstalei-lhe o rádio. E lhe não levo nada pelo trabalho…».

Abraço e saúde,
De Jorge Fiel a 22 de Janeiro de 2008 às 13:48
Preclaro PBP

Está bem lembrado, mas nem tanto.

O Mini é o carro que uso preferencialmente nas minhas deslocações urbanas - excepção feita ao fim-de-semana em que aasumo a profissão informal de motorista de táxi «pro bono» da familia e preciso do máximo da capacidade instalada de transporte de passageiros.

A bem da Nação!

A bem da Nação!
De farfalho, o maltês a 20 de Janeiro de 2008 às 11:55
Pelo som do alvo descrito, aquilo era um emissor de ruídos, nada que se parecesse com musica.

O desgosto do "aliviado" fiel só pode ter a ver, com a falta de gozo ao perder o termo de comparação
com os que dispara em andamento.

Só infelissidades.
De Jorge Fiel a 22 de Janeiro de 2008 às 13:50
Preclaro Farfalho

Não sei porquê, mas ao ler a sua última frase veio-me à ideia a palavra fressura...

Será o maltês fressuireiro?

A bem da Nção.
De Abobrinha a 21 de Janeiro de 2008 às 10:57
Guru

Mau mesmo é quando as suas desgraças não conseguem arrecadar um número decente de piadas! Essa é que é essa! Isso sim é um indicador de crise!

Parte da crise é culpa minha, que não fui capaz de baixar o nível no post das mamas grandes. Eu divulguei, mas o pessoal do meu estabelecimento também anda parco em comentários (mas mais ou menos equilibrado em termos de número de visitas). Dito isto, você não me paga para tanto. Mas eu gosto de ver o seu estabelecimento a ter sucesso, que é que quer que eu lhe faça?

Já agora, conforme escrevi no meu estabelecimento, o seu auto-rádio não estava na exposição do coiso em Serralves (ainda!). Mas Serralves é um dos sítios mais bonitos do mundo, não é?? Não há grande discussão a esse respeito!

ydsqzb
De Jorge Fiel a 22 de Janeiro de 2008 às 13:52
Chérie Abobrinha

Obrigadinho por tudo.

Mas isto anda tudo pela hora da morte. A subida galopante dos preços dos cereais e dos lacticinios, a queda das bolsas e a estagnação dos membros da lavandaria.

A bem da Nação.

PS. Tem razão. Serralves éum pedaço do céu que Deusexportou para a Terra.
De ??? a 21 de Janeiro de 2008 às 12:50
Caro JF

Está quase na hora do almoço... só por curiosidade, quem é a vítima hoje???
De Jorge Fiel a 22 de Janeiro de 2008 às 13:55
Preclaro ???

Auto-financei o meu almoço na Loja das Sopas do Arrábida. Sopa de grão e espinafres, prato de salada, pão, água Vitalis fresca e café, tudo por 5,10 euros.

E a seguir fui ver o Quatro meses, três semanas e dois dias. A Anamaria Marinca está esplêndida!

Curiosidade satisfeita?

A bem da Nação!
De lololololo a 21 de Janeiro de 2008 às 16:12
é a excepção que confirma a regra...
De Jorge Fiel a 22 de Janeiro de 2008 às 13:57
Preclaro LO4

Se não fosse a regra, não havia excepção.

A excepção parasita a regra.

A bem da Nação
De BOCAS a 21 de Janeiro de 2008 às 16:32
Para mim foi a Besta do FARFALHO....é lerdo, Alentejano ......

De farfalho, o maltês a 21 de Janeiro de 2008 às 21:20
Bocas largas = Garganta funda

Gosto, mas de cu sem pelo.

ès um infeliz sais ao esparmatezóide.
De Jorge Fiel a 22 de Janeiro de 2008 às 13:59
Preclaro Farfalho

Estamos sintonizados.

Eu também prefiro o cu sem pelos.

A bem da Nação!
De Jorge Fiel a 22 de Janeiro de 2008 às 13:58
Preclaro Bocas

Ser alentejani não é defeito - é feitio.

Viva a carne de porco á Alentejana!

A bem da Nação!
De O Lidador a 22 de Janeiro de 2008 às 22:08
Preclaro Fiel:

Grande iguaria, sim senhor... que tal aquela carne alentejana ali no Farol (restaurante, não confundir com o quecódromo ), em Leça? Nada mal, para uns plagiadores nortenhos, hem ?

Agora, comida Alentejana, por comida Alentejana, eu vou é para a Feijoada de Búzios, ali para os lados da Zambujeira do Mar (que saudades de quando aquilo só tinha meia dúzia de veraneantes e se podia saborear, sentado, uns copitos de Moscatel de Setúbal).

Atentamente,
Gonçalo Mendes da Maia
De Jorge Fiel a 23 de Janeiro de 2008 às 14:30
Preclaro Lidador

Dá para perceber que o meu amigo se trata bem. Está certo.

Continue assim. Está no bom caminho.

A bem da Nação!
De O Lidador a 23 de Janeiro de 2008 às 15:58
Preclaro Fiel,

Tratava (passado). Isto agora, desde que os Lisboetas tomaram de assalto os fundos europeus e os Portuenses abdicaram de ter voz activa nos destinos do País, é só côdeas de pão e água da torneira. :_(

Atentamente,
Gonçalo Mendes da Maia

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Eu ao espelho


Nasci em Maio de 1956 na Maternidade Júlio Dinis. Fiz a primária no Campo 24 de Agosto e o essencial do liceu (concluído entre o Nobre e Gaia) no Alexandre Herculano. Entre os 15 e os 21 anos fui militante da LCI. Li quase tudo que o Marx, o Lenine, o Trotsky e a Rosa Luxemburgo escreveram.
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