Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008

Saúdo com vigor e satisfação o anunciado desembarque da Starbucks na West Coast da Europa

 

Uma das melhores boas notícias que recebi neste ano que está a dar os seus primeiros passos é a de que a Starbucks vai desatar a abrir cafés em Portugal - já em 2008.

 

Sou um fã incondicional do conceito Starbucks. Passo a listar as coisas que em atraem nesta cadeia internacional de cafés nascida em Seattle (a cidade da chuva, Boeing, Anatomia de Grey e Microsoft) a par do «grunge».

 

1. A confortável decoração dos cafés, com mesas de formato variável e onde convivem diferentes tipos de cadeiras e sofás.

 

2. A agradável banda sonora, ao melhor estilo liberal («american way»), onde abundam a Joni Mitchell, Paul Simon, Sheryl Crowe e Lisa Loeb, «and so on».

 

3. A impagável liberdade de que desfrutamos. Podemos ocupar uma mesa durante um dia inteiro que nenhum empregado nos vai chatear, com palavras ou olhares. Em dias de chuva em Nova Iorque e em diferentes Starbucks, testemunhei as seguintes situações:

 

a) uma rapariga com ar de Sandrine Bonnaire  a dar uma explicação de francês a um negro norte-americano que durou mais de duas horas;

 

b) um casal de adolescentes americanos que se passou a manhã (já lá estavam quando eu cheguei e sobreviveram à minha partida) em jogos de cartas, entremeados por apaixonados exercícios de respiração boca a boca;

 

c) um vendedor de PPR a tentar convencer um renitente cliente simulando dezenas de situações no seu portátil  durante tanto tempo que a bateria acabou e teve de o ligar à corrente (fui-me embora sem saber o desfecho, mas apostaria em que não conseguiu vender nada);

 

4. O saboroso café Americano servido num copo enorme e com um pensamento bonito impresso. Como eu sou dado a exageros, fico feliz por poder beberricar durante mais de uma hora, enquanto leio um jornal ou planeio a tarde, um litro de café com menos cafeína que um expresso bem tirado.

 

Reconheço que os preços cobrados não são, em absoluto, baratos. Mas se tivermos em conta todo o estilo de vida que recebemos em troca do que pagamos, acho um magnífico negócio ser um cliente residente dos cafés Starbucks.  

 

Apenas uma pequena nuvem negra tolda o entusiasmo da notícia que anuncia o eminente e iminente desembarque desembarque da Starbucks na West Coast da Europa.

 

Portugal e Bulgária são os mercados onde a cadeia de Seattle vai entrar em 2008.  

 

No ranking da UE, há quatro países do alargamento (Eslováquia, Chipre, República Checa e Malta) que já nos deixaram para trás.

 

Bruxelas prevê ainda que este ano vamos ser ultrapassados pela Estónia. E adverte de que devemos ter muito cuidado porque o pelotão constituído pela Eslováquia, Hungria, Letónia e Lituânia aproxima-se a grande velocidade e já aparece no nosso espelho retrovisor.

 

No ranking Starbucks, estamos a par da Bulgária, que ocupa o segundo país mais pobre (apenas à frente da Roménia, onde foram filmadas as cenas da aldeia miserável do Borat). Que medo!

 

 

música: É pra amanhã, António Variações
publicado por Jorge Fiel às 11:46
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48 comentários:
De CRN a 9 de Janeiro de 2008 às 13:44
Sem dúvida, o Mocca Venti ou para a minha esposa o Caramel maschiato sao os nossos ex-libris, o Starbucks permite ouvir do melhor jazz que se passa nas cafetarias às quais acudo a tomar o tal café.
Por outra parte, as sandes que podemos encontrar sao do mais original e saboroso que encontrei até hoje.
Nao obstante, por ser uma rede de franquicias, nem todos os Starbucks sao iguais, se o Camarada Fiel entrasse no que abriram no aeroporto de Heathrow até se benzia, nunca vi um spot tao cheio de jana como esse e menos num aeroporto, local que por sinal está no "buraco" dos fumadores, coadjuvante para que a incomodidade seja plena.
Finalizando, espero que o Português possa usufruir do mesmo life style que encontrei em Boston e do qual disfruta qualquer broker em wall street.

P.S.- Assim mesmo, nao há para mim melhor cafetarias que o "Lila" ou o "Alvarez", lugares com os quais me identifico e que continuam a esmerar o seu serviço no largo de Alcântara, Lisbon city.
De Jorge Fiel a 11 de Janeiro de 2008 às 10:27
Preclaro Caparica

Pois fiquei com curioso e com vontade de experimentar o tal Starbucks de Heathrow - já agora que terminal?

Já tomei nota no meu caderninho Clairefontaine das sugestões Lila e Alvarez em Alcântara. tentarei não falhar na minha próxima incursão a Lisboa.

Em Âlcantara, frequento muito o Cravana, que regularmente disponibiliza ostras fresquinhas de Setúbal.

A Bem da Nação!
De CRN a 11 de Janeiro de 2008 às 13:07
Terminal 4.
As cafetarias que menciono nao lhe resultarao nada especiais, referi-me às mesmas porque aí tomava o pequeno almoço quando miúdo.
A Caravana, bem. O proprietário é o Sr. Joaquim, antigo "camarero" do Bar-Tejo, o maior esticador de carne para pregos, que por sinal sao, provavelmente, os melhores do mundo.
Também estao bem o "Canas", em campo de ourique e o galao,no largo do calvário.
De Jorge Fiel a 12 de Janeiro de 2008 às 15:32
Preclaro Caparica

Estou a ver que o meu amigo é um veterano de Alcântara.

Terei de experimentar os pregos do Caravana! Até agora tenho ficado pelas ostras e uns pratinhos de polvo com molho verde ou ameijoas à Bolhão Pato.

Obrigado pela sugestão!

A Bem da Nação!
De Sun Tsu a 9 de Janeiro de 2008 às 16:15
Quanto ao índice de pobreza e (falta de) desenvolvimento do nosso País, não vou comentar pois não quero ficar mal disposto, agora que o dia até está a correr bem.

Quanto ao Starbucks , posso referir que é uma instituição indespensável a qualquer cidadão do mundo. A minha relação com o Starbucks começou há cerca de 7 anos nos States . Estava eu em LA de passagem, e fora de Portugal há quase 2 anos, até que senti aquele aroma inconfundível de um bom café...

Sim... É difícil ser-se globetrotter ... Cada vez que chego ao aeroporto Francisco Sá Carneiro, a primeira coisa que faço é correr para o café e pedir um curto em chávena escaldada...

Voltando ao tema. No Starbucks sinto-me em casa e faço do Starbucks a minha casa. Já foi local de um dolce fare niente ", a olhar o mundo que passava, na própria LA . Foi um local de refugio para me sentir em casa, aquando das largas estadias no Kuwait. Já foi um escritório em Acapulco, quando o hotel onde eu estava ficou subitamente sem internet e tive que mover a minha equipa (5 pessoas) de armas e bagagens para o Starbucks de Acapulco (obrigado pela paciência e nível de serviço impecável !). Foi a minha sala de estar, quando necessitei de receber amigos em Vancouveur . Podia continuar, mas fico por aqui. Uma coisa posso afirmar. A qualidade de serviço e os seus produtos são de primeiro nível.

Existem várias cadeias que tentam imitar o Starbucks . Apenas duas conseguem estar ao mesmo nível: Costa (no médio oriente), Juan Valdez (na América latina)

Vou tomar um café. Até já.
De Jorge Fiel a 11 de Janeiro de 2008 às 10:33
Preclaro Sun Tsu

A cadeia Costa tem já uma presença assinalável em Londres e o seu modelo de negócio parece-me decalcado do da Starbucks. A Juan Valdez não conheço.

Ainda não me iniciei no expresso com chávena escaldada. Acha que faz a diferença?

A minha única esquisitice com o café expreso é que não aprecio quando ele não é servido em chávena mas antes em papel cartonado.

Ah, e há 35 anos que tomo o café sem açúcar!

A Bem da Nação!

De Pedro Barbosa Pinto a 9 de Janeiro de 2008 às 18:11
Ilustre Jorge Fiel,

Pois em vez de importar o American Way of Life ou outro qualquer, eu preferia ver Portugal a exportar os seus cheiros e os seus sabores.

Quando vai à América ainda se sente de alguma maneira atraído por uma refeição num MacDonald's? Ou numa PizzaHut? O mesmo lhe acontecerá com o StarBucks.

Por outro lado, quando andamos lá por fora, depois das visitas aos museus e dos passeios turisticos, se nos depararmos com uns Pastelinhos de Belém, ou com os Franguinhos da Guia, não é festa garantida?

Se amanhã o ilustre for em passeio a Santiago de Compostela, será que ao atravessar Vigo fará um desviozinho para umas compras rápidas no Corte Inglês? No lo creo! (Não vale argumentar com a diferença do IVA num e noutro lado)

Pior que numa aldeia do Borat o meu medo é que nos transformemos numa praia do Fidel. Só os mais afortunados têm direito a entrar nos espaços onde existem os StarBucks e ainda assim só para servir os turistas.

Sai um cimbalino bem tirado p'ra mesa do canto
De Sun Tsu a 9 de Janeiro de 2008 às 18:28
Atenção ! Encontrei Pasteis de Belém com canela, quentinhos e tudo em Vancouver ! Escusado será dizer que pedi logo uma dúzia para levar. Comi e chorei até não poder mais... 2 anos sem Pasteis de Belém era muito tempo... Ainda deu tempo de explicar a um amigo meu de Quito, a importância dos Pasteis na vida de Portugal e dos Portugueses...

Gostei de ver a cara das empregadas da padaria quando me dirigi a elas em Português do Norte... Chamaram a dona, a qual muito gentilmente me ofereçeu um café da Colombia, com um Pastel de Belém.

O nosso problema é sempre o mesmo... Falta organização e falta a marca Portugal... Sem isso, não há franchising que resista...

Sun Tsu
De Pedro Barbosa Pinto a 9 de Janeiro de 2008 às 20:45
Ilustre Mestre Sol

Ora nem mais
De farfalho, o maltês a 9 de Janeiro de 2008 às 21:12
óh solposto,
o que tu tens falta é de seres,
parvo.
De farfalho, o maltês a 9 de Janeiro de 2008 às 21:15
É que se dissesse que tinhas falta de ser esperto,
todos acreditavam.

Foi só para elevares o ego
De Jorge Fiel a 12 de Janeiro de 2008 às 15:33
Preclaro Sun Tsu

O meu amigo anda por aqui a fazer-me inveja ou quê. Um dos meus sonhos é ir a Vancouver!

Em Macau havia uma cadeia que vendia pasteis de nata chamada Lord Stu.

A Bem da Nação!
De Jorge Fiel a 11 de Janeiro de 2008 às 10:37
Preclaro PBP

Bem já somos a praia dos ingleses e alemães e estamos no bom caminho para ser o campo de golfe da Europa. Mas não vejo grande mal nessa tend~encia. Se calhar não podia nem debvia ser de outra maneira.

Não me incomoda também a globalização de sabores e aromas.

Quando viajo, gosto de temperar o desafio e choque da novidade com o reencontro com âncoras onde sei o que me espera.

Venha daí esse cimbalino para a mesa do canto!

A Bem da Nação!
De farfalho, o maltês a 9 de Janeiro de 2008 às 20:00
A propósito de chouriço para sanduiches.

Onde é que o Joginho PC vai buscar o dele?
Um homem casado. Moralista católico.
Não se abandona o lar. Doce lar.....
De Jorge Fiel a 11 de Janeiro de 2008 às 10:38
Preclaro Farfalho

A pobre da Dona Elisa, devota católica e mãe do seu ódio de estimação, deve dar voltas no túmulo!

A Bem da Nação!
De farfalho, o maltês a 9 de Janeiro de 2008 às 20:01
A propósito de chouriço para sanduiches.

Onde é que o Joginho PC vai buscar o dele?
Um homem casado. Moralista católico.
Não se abandona o lar. Doce lar.....
De MNN a 9 de Janeiro de 2008 às 23:53
Excelente blog.
De Jorge Fiel a 11 de Janeiro de 2008 às 10:40
Preclaro MNN

Obrigado, meu amigo, obrigado.

Nota-se logo à primeira, sem precisarmos de por os óculos, que o preclaro é pessoa de bom gosto :-)

Instale-se neste café e sirva-se à sua vontade.

Mi casa es tu casa!

A Bem da Nação!
De Sandra Costa Ramos a 10 de Janeiro de 2008 às 00:42
Caro Jorge,Nem sabe como concordo consigo, eu própria sou uma fan incondicional deste conceito e destes «cafés»...Na primeira semana de Dezembro estive em Nova Iorque, depois de Lisboa (desculpe a «mourice») é a cidade que mais adoro no mundo, a 1ª vez que lá fui fui contrariada ao fim de 48h estava apaixonada, é sem dúvida uma cidade que se ama ou se odeia, 3 meses depois foi o 11 de Setembro, se tenho trocado a data de casamento como era suposto fazendo exactamente o mesmo precurso estaria no 107º andar, no dia do ataque mas há estrelinhas que nos protegem... Tenho a sorte de conhecer algumas cidades no mundo mas nenhuma me faz sentir em casa como NY...Estive em vários «Starbucks» do So-Ho, à 5ª Avª, no China Town, no Ground Zero enfim acho que estive em quase todos :-D, o frio era tanto que de H em H passo o exagero, era «obrigada» a ter de entrar para consumir um CINNAMON DOLCE LATE, que é algo que concentra natas, café leite e claro como o nome indica Canela...No meu grupo de amigos (6 em 9 era a 1ª vez em NY) brincávamos com a ideia de iniciarmos o franchising da marca em Portugal, entre os pessimistas que diziam que o conceito não pegaria por terras lusas, outros havia (como eu claro...) optimistas e aventureiros que decidiram que sim seria um óptimo investimento...Chegámos dia 9 não é que, na 1ª página do Diário Económico dessa mesma semana, não me recordo o dia, vinha exactamente esta notícia, ficámos em pulgas...Aí que ainda largo as «Marias» e pego no Starbucks ou melhor em ambos lolol...CumprimentosSandra Costa Ramos
De Sandra Costa Ramos a 10 de Janeiro de 2008 às 00:45
Olá de novo,

Não entendo a apresentação do meu comentário, juro que fiz «enter» entre os parágrafos...

Sorry...

Sandra Costa Ramos
De Jorge Fiel a 11 de Janeiro de 2008 às 10:46
Preclara Sandra

Está absolvida. E não tem de rezar avés marias, padres nossos ou salve rainhas :-)

A Bem da Nação!
De Jorge Fiel a 11 de Janeiro de 2008 às 10:45
Preclara Sandra

Eu também me apaixonei a primeira vez que fui a Nova Iorque.

Foi em 1987. Fui com uma amiga, ao entardecer, ao topo do Empire State Building, e lá em cima não conseguimos evitar cair nos braços um do outro.

Nova Iorque é a cidade mais «cool» do Mundo. Também adoro Lisboa, mas não estaria tão certo como a Sandra de a alinhar em segundo lugar.

Estou e pensar em Sidney, Hong Kong, Rio de Janeiro, Praga, Paris, Londres, Roma...

'bora aí abrirmos um Starbucks :-)!?

A Bem da Nação!

De Sandra Costa Ramos a 11 de Janeiro de 2008 às 16:32
Caro Jorge,

Eu desta vez não fui a NY para «o amor» :-D, fui mesmo para matar saudades de cada canto, aprender finalmente a andar naquele metro e descarregar alguma neura em compras, compras e compras...

Diz muito bem que é uma cidade COOL, uma das noites jantámos num dos restaurantes mais badalados de lá o «TAO», ao mesmo tempo que entrava gente de smoking e senhoras de vison, também entravam pessoas de All Star com o ar mais descontraído deste mundo, no final a nossa conta foi cerca de 100USD's/casal ou seja 68€/casal, cá no nosso país um restaurante daqueles, com aquela decoração, com aquele tipo de atenção dada pelos empregados, com aquele tipo de serviço onde por exemplo, na WC das senhoras havia 1 senhora cujo serviço era apenas abrir torneira, verter sabonete para as nossas mãos, fechar torneira e dar toalha de pano, na dos homens havia 1 senhor para o mesmo serviço, havendo também nessa mesma WC perfumes e cremes para uso livre, em Portugal pagar-se-ia pelo menos 100€/pessoa isto sendo comedidos nos pedidos e trocando um Pêra Manca por um Marquês de Borba, ou seja não abusando muito, tenho a sorte de conhecer alguns dos restaurantes caros de Lisboa e sei do que falo...

Irrita-me este sentimento de «suposta» riqueza onde vivemos, onde um par de calças Levis custa mais de 100€ e em NY na 5ª Avª na loja da marca gastei 38€ sem ser em Saldo, onde uma mala para mim da DKNY custou ao meu extremoso marido 110€ e cá custa mais de 250€ o exacto e mesmo modelo, onde uma camisa da Ralph Lauren custou 30USD's e cá custa 100€, onde pelo preço de 1 creme de dia cá comprei lá no Macy's quase o set inteiro de tratamento para que tardem as rugas...

Desde que lá fui a 1ª vez que nunca mais entrei na Loja das Meias, na Fashion Clinic ou outras que tais, recuso-me a pagar aqueles valores astronómicos por roupa e acessórios de marca, prefiro juntar o dinheirinho de de vez em quando apanhar o aviãozito e ir lavar a alma e a carteira ao «paraíso» como lhe chamo...

Sinto-me bem naquela cidade, ninguém liga a ninguém, há 1 carro de polícia a cada 2 esquinas, sente-se segurança nas ruas, claro não fui ao Bronx e outros sitios que tais mas também temos de saber onde nos meter, lá ninguém olha para o que tenho vestido qdo entro ou saio de uma loja, porque o importante é vender e facturar, tanto faz o aspecto desde que deixem lá dinheiro...

Infelizmente neste país temos muito a aprender em termos comerciais, vendas e marketing...

É verdade eu também não faço parte da lista dos desempregados do Governo, ja que não aufiro qualquer tipo de subsidio de desemprego, neste momento sou apenas e só uma doméstica assim sendo, nas contagens do INE também não conto como desempregada...

Agora que já me alonguei em demasia, respondendo ao seu desafio, 'bora lá nisso, se o Jorge arranjar os contactos e souber valores abro um Starbucks consigo com toda a certeza, até porque sendo os dois desempregados, temos alguns apoios nessas áreas, tanto faz em Lisboa ou no Porto :-D...

Cpts
Sandra Costa Ramos
De Jorge Fiel a 12 de Janeiro de 2008 às 15:53
Preclara Sandra Costa Ramos

O metro de Nova Iorque é muito sujo mas fácil de tripular.

É simples de usar nos trajectos verticais Norte/Sul ou Sul/Norte – ou seja Uptown/Downtown e vice versa – mas complicado se a ideia for fazer trajectos para o lado, horizontais. Nesse caso o adequado é andar a pé ou recorrer ao autocarro.

Está carregadinha de razão na questão dos preços. Se excluirmos o imobiliário, NY é mais barato que Lisboa.

De resto, o seu marido é mesmo extremoso. Eu já comprei em NY malas DNKY, Fendi, Loius Vuitton, Kate Spade etc para a minha mulher – mas sempre em Canal Street.

Quem vai trazer os Starbucks para Portugal são os espanhóis das lojas VIP.

Beijos (cumprimentos é excessivamente formal!)

A Bem da Nação!
De Sandra Costa Ramos a 14 de Janeiro de 2008 às 13:26
Caro Jorge,

Concordo consigo relativamente ao Metro, da primeira vez que lá estive andei muito a pé ou então com os passes tipo City Tour, não me apercebi bem da sua complexidade, mas o Metro é fácil de usar e tem a vantagem de ter os Expressos e os normais que param em todas...

Canal Street há pois é... Mas já não é o que era, também lá ia fazer 1 shoppingzito mas disso já não há, houve para lá uma limpeza qualquer, agora pra esse tipo de compras levam-nos para uns armazéns mais escondidos e têm tudo muito pouca qualidade e caro, por 1 trolei pequeno LV de viagem estavam a pedir mais de 300 USD's, assim comprei uma Samsonite legitima o dobro do tamanho por 200 USD's igual cá já vi o preço são quase 500€...

Quanto à minha DKNY vou corrigir-me, afinal a mala e acompanhada de um Boné igual não chegou a 100 USD's ou seja 69€ logo a diferença de preço para cá eleva-se agora a 200€, este valor pagou a minha parte de 5 das 7 noites no apartamento onde fiquei...

Então isso quer dizer que não vamos abrir nenhum Starbuck's???? Hummm não me parece nada correcto...

Beijocas

Sandra
De Jorge Fiel a 15 de Janeiro de 2008 às 13:18
Preclara Sandra

Pois parece-me que não vão franchisar a abertura de café.

Pois. De vez em quando a polícia vai a Canal Street e faz uma razia. Teve galo.

Mas as compras que fez parecem-me bastante em conta.

Gosto muito do estilo DNKY. Quem sabe se um dia ainda vejo com o chapéu ... :-)

beijocas também pa si

A bem da Nação!
De Paris a 10 de Janeiro de 2008 às 13:10
Um café e um pouco mais. Adoro o conceito.
De Jorge Fiel a 11 de Janeiro de 2008 às 10:49
Preclaro Paris

Espero ter acertado no género.

As minhas desculpas se for mulher - ao fim e cabo a Paris Hilton também se chama Paris e faz xixi sentada.

O café nos Starbuscks pode não ser espectacular, mas o conceito é-o. Estamos de acordo.

A Bem da Nação!
De J.M. Coutinho Ribeiro a 10 de Janeiro de 2008 às 14:48
Nada é perfeito, meu caro. No caso concreto, reparo que não aludes nem ao escarrador de Mao, nem à possibilidade de se poder fumar :-)
abraço
De Paula a 10 de Janeiro de 2008 às 15:20
Já vivi nos USA, tanto na Califórnia como na Flórida e concordo inteiramente contigo:bem-vindo Starbucks!
Já fazia falta uma pessoa poder comprar um café da variedade e estilo que mais gosta, sem ser a habitual bica ou garoto e poder sair com o copo na mão, sem precisar de tomá-lo ao balcão.
Bjs!
De Jorge Fiel a 12 de Janeiro de 2008 às 15:37
Preclara Paula

Eu não gosto de tomar o café ao balcão, mas também ainda não me converti ao cafe em andamento - embora já tenha experimentado.

A minha escolha é o café à mesa, acompanhado de um livro, de um jornal ou de dois dedos de conversa.

A Bem da Nação!
De Jorge Fiel a 11 de Janeiro de 2008 às 10:51
Preclaro Couto

Presumo que os Starbucks são todos de letreiro vermelho. E não têm escarradores.

Mas vendem discos de música «cool» e jornais de referência, como o New York Times.

Então esse jantar?

A Bem da Nação!
De scbmf a 10 de Janeiro de 2008 às 15:48
Pobreza à parte, fiquei felicíssima com esta notícia! Adoro os capuccinos do Starbucks e para matar saudades cheguei a ir a Sevilha....
De Jorge Fiel a 11 de Janeiro de 2008 às 10:55
Preclara SCBMF

Mas olhe que está obrigada a arranjar outro pretexto para ir a Sevilha. É uma cidade espectacular.

Já leu as aventuras do inspector Javier Falcon, que se passam em Sevilha, escritas por Robert Wilson (um britânico que vive no Alentejo e que se estreou com um policial premiado que tem como cenário Lisboa na II Guerra Mundial)?

Olhe que são imperdiveis!

A Bem da Nação!

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Eu ao espelho


Nasci em Maio de 1956 na Maternidade Júlio Dinis. Fiz a primária no Campo 24 de Agosto e o essencial do liceu (concluído entre o Nobre e Gaia) no Alexandre Herculano. Entre os 15 e os 21 anos fui militante da LCI. Li quase tudo que o Marx, o Lenine, o Trotsky e a Rosa Luxemburgo escreveram.
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