Terça-feira, 25 de Dezembro de 2007

Relatório mais ou menos circunstanciado de uma consoada recatada

Fomos três e meio à mesa. A Mariana ficou em Los Angeles. Como sempre, o Pedro passou a véspera de Natal em casa da mãe. A Camila foi para casa dos avós. Os meus tios consoaram com uns amigos ao Alentejo.

 

Sobramos quatro. A minha mãe, a Isabel, o João e eu.

 

A minha mãe passou a noite a queixar-se do frio, apesar da lareira estar em plena actividade. Abasteci-me para o Natal, numa garagem junto do cemitério da Foz. 20 euros por 80 quilos. O preço da lenha está pela hora da morte. E mais cinco euros por um saco de pinhas. Valha-nos Deus! Vá lá que não esteve vento, a tiragem estava boa e a casa não ficou tipo fumeiro.

 

O João, sete anos (foi encomendado para celebrar a passagem do milénio pelo que nunca será difícil saber a idade dele – em 2018 completará 18 anos), só apareceu à mesa para engolir meia rabanada, sem molho, e perguntar pela octagésima nona vez quando é que se abriam os presentes. Comeu esparguete no escritório a ver o Nickelodeon.

 

Sentamo-nos à mesa às 20h30. A Isabel diz que nunca começou a jantar tão cedo na noite de Natal. A ementa foi a clássica. Sem grandes adornos mas estava tudo entre o Bom e o Muito Bom, com excepção do Serra, de marca Serrão, a que, imbuído da generosidade natalícia, atribuo um Bom Menos. Provavelmente nunca evoluirá para a formidável fase do amanteigado que escorre pelo prato fora.

 

As couves mereceram, sem favor, um Muito Bom. As postas de bacalhau cozido (Bom Mais) foram regadas por um Dão 2004 Vinha do Contador, do Paço dos Cunhas do Contador, fornecido por um benemérito anónimo (recebi uma caixa no escritório do Expresso do Porto, acompanhada de um cartão de Boas Festas manuscrito e assinado com uma garatuja ilegível). Desconhecia este vinho que se revelou claramente à altura dos acontecimentos. Muito obrigado ao dador!

 

A escolha de sobremesas compreendia o essencial: rabanadas irrepreensíveis (confeccionadas pela Isabel, segundo receita própria), bolo rei da Petúlia (obrigado Jorge pela tua gentileza que dura há uns bons 20 Natais) e o já referido Serra Serrão (nada a ver com o meu amigo Manuel de apelido homónimo ao do queijo).

 

A garrafa de Vértice (adquirida no quiosque do ArrábidaShopping por 5.95 euros ao abrigo da promoção Lux, uma pechincha) não chegou a sair do frigorífico. Acompanhamos a sobremesa com um Vintage Port Quinta do Roriz 2005. Obrigado João Van Zeller. Peço desculpa de ter sido pedófilo ao consumir um Vintage com apenas dois anos, mas devo confessar-lhe que o acho demolidor assim jovem e pujante.

 

Levantada a mesa e arrumada a cozinha (tarefa complicada atendendo ao adiantado e lamentável estado de decomposição da canalização que deixou as duas bancas entupidas), passamos ao momento alto da noite – a distribuição e abertura de presentes.

 

Eu fui contemplado com o seguinte lote de sete magníficos presentes:

 

Dois belíssimos quadros da pintora polaca  Iwona Swick Front (ambos da família da obra que reproduzo a encimar este «post»), oferecidos pelo meu primo Fernando e pela Luísa, que estão emigrados em Cracóvia.

 

Uma pele de rena, oferecida pelo Fernando e a Luísa, que já foi colocada no valioso espaço da sala que separa o sofá preto do ecrã de televisão.

 

Um GPS Mio C220 com mapas da Península Ibérica, oferecido pela Isabel. Nunca mais me vou perder nas estradas de Portugal e Espanha. Pelo menos assim espero. Estou mortinho pro começar a dar-lhe uso. E sinto-me tecnologicamente actualizado. No Natal passado recebi um iPod (mais uma vez obrigado aos dois Paulos, Ramalheira e Nordeste, da PT Inovação). Neste ganhei um GPS. Quem sabe se em 2008 não haverá um LCD no sapatinho J

 

Umas luvas castanhas de pele oferecidas pelo João (ou seja pela Isabel), que não achou bem que eu tivesse de pedir umas luvas emprestadas para suportar o frio de Dezembro em Budapeste.

 

Meia dúzia de peúgas pretas de algodão, da Burlington, que dão muito jeito (juro-vos que não estou a brincar) porque a Isabel anda implacável e atira para o lixo as minhas peúgas logo que lhes descobre um pequeno buraco.

 

O livro-álbum The Beatles, a private view, de Robert Freeman, oferecido pela Mariana e pelo Tom, recheado de histórias curiosas e fotografias pouco conhecidas dos primeiros tempos dos Fab Four.

 

Uma camisola cinza antracite de lã (100% Geelong Lambswool), de gola alta e fecho eclair, Pedro del Hierro (Cortefiel), oferecida pelos meus tios Maria Luísa e Abílio. Penso que irá muito bem com o meu fato preto, com leve e fina risca, em situações «casual» composto, como concertos na Casa da Música, por exemplo.

 

Rica safra, não acham?

 

 

música: Now be thankful, Fairport Convention
Tags: ,
publicado por Jorge Fiel às 11:09
link do post | comentar | favorito
34 comentários:
De Daniel Fernandes a 25 de Dezembro de 2007 às 12:31
Caro Jorge Fiel, como prometido cá estou eu.
Por acaso onde passei o Natal não tinha net por isso não pode escrever mais cedo.
Boa escolha no Vintage que saboreou, sim porque um Vintage não se bebe, saboreia-se.
Espero que sua festa tenha corrido bem e que seja sempre assim todo ano.

Abraço e desejos que sempre assim seja.
De Jorge Fiel a 26 de Dezembro de 2007 às 14:02
Preclaro Daniel Fernandes

Obrigado pela sua atenção.

Espero que o Pai Natal também tenha sido generoso consigo.

A Bem da Nação!
De iFrancisca a 25 de Dezembro de 2007 às 18:14
Eu acho que foi uma safra muito rica!!! Eu tenho de me contentar com as meias todos os anos... beijinhos
De Jorge Fiel a 26 de Dezembro de 2007 às 14:03
Preclara iFrancisca

Não me diga que foram só meias...

Nem um livrinho?

A Bem da Nação!
De Abobrinha a 25 de Dezembro de 2007 às 19:41
Guru

Este estabelecimento não tem livro de reclamações? O meu tem: ao pé da caçadeira (não fui eu que matei aqueles clientes que estão lá ao pé: foram os tipos da noite branca! O facto de ser arguida no processo da mortantade daquela gente toda é só uma prova da lentidão da justiça neste país.). É que, além do terror da verificação de caracteres, tenho que inserir o nome e URL de cada vez que tento inserir um comentário.

Agora para o que interessa: o que é que você deu? Atendendo ao que nos contou do casamento da sua pequena, não creio que tenha sido grande coisa. Você tem todo o aspecto de ser assim um bocado para o forreta!

Faz a sua Isabel muito bem em mandar para o lixo as meias rotas: se chegar a Presidente do Banco Mundial, nunca há-de passar vergonha! Tome conta de quem lhe quer bem e toma conta da sua imagem!

Quanto o João chegar a ler que o pai o considerou meia presença, vai ficar levemente chateado. Mais ou menos como a minha sobrinha quando eu hoje lhe ganhei num jogo de computador (achei que lhe fazia bem provar a derrota e estava a precisar de um triunfo porque o Natal deprime-me sempre e cada vez mais). Isto até se rir com vontade quando tanto o pai como a mãe me deram uma cabazada. Um pormenor: a minha irmã é uma naba em coisas que envolvam tecnologias, mas mãe é mãe (antes mesmo de ser irmã).

ODEIO O NATAL!!
De Jorge Fiel a 26 de Dezembro de 2007 às 14:11
Chérie Abobrinha

Eu gosto do Natal. No geral. O bacalhau cozido, as rabanadas, a lareira acesa, a alegria da ganapada, tudo isto é um pacote bem agradável.

Eu ganhei uma fama de mitra que me parece ser injusta.

O João foi contabilizado como meio à mesa porque só apareceu para a sobremesa. E devo dizer-lhe que ficou satisfeitíssimo com uma das prendas de que lhe dei – uma pista de automóveis da Scalextric (como eu gostaria de ter tido uma quando era rapazola!). Passou a tarde de ontem sempre a acelerar.

Pois isso de ter de meter nome URL e outras coisas é uma tortura. Olhe que para mi, para postar, esta plataforma é dez vezes mais simples do que a do Expresso.

A Bem da Nação!
De Abobrinha a 25 de Dezembro de 2007 às 19:45
Para que é que você precisa de uma pele de rena???
De Jorge Fiel a 26 de Dezembro de 2007 às 14:13
Chérie Abobrinha

Para fazer sexo em cima dela, junto à lareira acesa.

A Bem da Nação!
De Jorge Fiel a 26 de Dezembro de 2007 às 14:14
Chérie Abobrinha

Para fazer sexo em cima dela, junto à lareira a crepitar.

A Bem da Nação!
De Abobrinha a 27 de Dezembro de 2007 às 00:42
Guru

Vamos a ver se nos entendemos: junto à lareira acesa ou junto à lareira a crepitar? Ou junto à lareira acesa e a crepitar?

COntinuo com o mesmo problema: para que é que é preciso a pele de rena? Como é que se desenrascava antes? Ooooooooooooooops... não é para responder!

FAzer amor em cima dos restos de um cadáver de um animal não me parece bem. Mas isto sou eu que não bato bem do capacete.
De Jorge Fiel a 28 de Dezembro de 2007 às 12:02
Chérie Abobrinha

Acesa mas também a crepitar.

A Bem da Nação!
De J.M. Coutinho Ribeiro a 25 de Dezembro de 2007 às 21:02
Vejo, caríssimo, que a coisa correu bem. Fico contente. Abraços para todos.
De Jorge Fiel a 26 de Dezembro de 2007 às 14:16
Preclaro Couto

Obrigado. Espero que também tenha corrido tudo porreiro em tua casa.

Um grande abraço para ti!

A Bem da Nação
De cadeiradopoder a 26 de Dezembro de 2007 às 00:08
Rica safra, mas a pele de rena era completamente desnecessária. É bom estar tecnologicamente actualizado, mas ecologicamente também se impõe.
De Jorge Fiel a 26 de Dezembro de 2007 às 14:19
Preclaro Cadeiradopoder

A rena não é uma espécie em vias de extinção e não foi criada em cativeiro.

Acho bem mais crueis as condições em que são criados, engordados e mortos os animais de aviários que constituem a base da nossa dieta – porcos e frangos, nomeadamente.

De resto muito obrigado 0 25 de Abril fez-se para as pessoas poderem ter opiniões diferentes e continuarem amigas.

A Bem da Nação!
De Sandra Costa Ramos a 26 de Dezembro de 2007 às 03:15
Caro Jorge,

Teve sem dúvida um bom Natal.

É como enorme espanto que vejo este seu divórcio do Expresso, onde eu própria também trabalhei durante agum tempo, tendo tido a sorte e privilégio de poder por diversas vezes falar consigo.

Vão agora surgir novas oportunidades, por certo será uma altura onde diversos desafios lhe serão colocados, como tão bem refere num «post» anterior, sempre correspondeu bem aos desafios que lhe eram propostos, agora não será diferente.

Vou adicionar o link da sua «Lavandaria» nos meus favoritos, para que possa continuar a lê-lo.

Bom ano de 2008.

Sandra Costa Ramos

De Jorge Fiel a 26 de Dezembro de 2007 às 14:25
Preclara Sandra

Espero que o seu Natal tenha sido pelo menos tão bom quanto o meu.

Olhe ontem, depois de ter repetido por duas vezes a roupa velha, instalei-me no sofá a ver furiosamente, uns atrás dos outros, episódios da 2ª série dedo Boston Legal.

Fico satisfeito por me ter adicionado aos seus favoritos. Espero que se torne passageira frequente!

Um excelnete 2008 também para si!

A Bem da Nação!

PS. Por onde anda? Continua no negócio dos livros? Ou estou a fazer confusão com outra Sandra
De Sandra Costa Ramos a 29 de Dezembro de 2007 às 12:16
Caro Jorge,

Desde já espero que esteja a recuperar bem, li apenas por alto o tempo não tem sido muito :-D

Deve estar a fazer confusão lolol eu sou a Sandra que trabalhava na Fotografia, entrei no Verão de 2002 antes da mudança para o edifício novo, onde estive por 2 anos, acho que nesse Verão era você o editor da Revista.

Atendendo a que as mães de família com + de 30 anos, 10 anos de experiência e bons CV's, neste país não são qualificadas para trabalhar, porque estão em idade fértil, não me resta alternativa senão abrir o meu próprio negócio, mas não tem a ver com livros :-D

Pode ir visitando em www.tres-marias-atelier.blogspot.com ou em www.tres-marias-atelier.com.

Votos de um excelente ano de 2008, vai ser arranque e grandes mudanças pelo menos para nós!

Cumprimentos
Sandra Costa Ramos
De Jorge Fiel a 30 de Dezembro de 2007 às 09:45
Preclara Sandra

Não passa o dia de hoje sem ir às Três Marias (o rótulo das garrafas de vinho verde homónimo era espectacular)

Já estou a ver que Sandra é!

Se não estou ainda mais gagá do que penso, ainda este ano vi a Sandra de raspão numa visita que fez ao jornal em Paço de Arcos.

A Bem da Nação!
De Sandra Costa Ramos a 31 de Dezembro de 2007 às 11:56
Olá Jorge,

Faz muito bem em ir visitar o site e o Blog (bem mais actualizado), até final do mês abro o espaço fisico, o que começou com uma ocupação de tempo extra extra livre, cresceu e já precisa de espaço para os seus clientes mais fieis.

Como já disse neste país as mães de família acima dos 30, que têm o azar de ficar desempregadas, têm de se tornar empreendedoras ou viram Domésticas, e se no meu caso até tenho vida financeira que me permite ser DONDOCA pura, esse não é o meu objectivo de vida que acho eu um tanto ou quanto redutor, mas isto é apenas e só a minha ideia...

É natural que nos tenhamos cruzado por lá, deixei lá poucos mas bons amigos assim como na concorrência onde também vou fazer umas visitas de vez em quando :-D...

Bom ano
De Jorge Fiel a 2 de Janeiro de 2008 às 13:21
Preclara Sandra

Fui ver o vosso blogue. Afinal só sobreviveu uma Maria? E pelo visto e um falsa Maria (a Sandra não é Maria, pois não).


Bom ano também pa si!

De Sandra Costa Ramos a 3 de Janeiro de 2008 às 00:54
Caro Jorge,

É verdade as 3 passaram a 1 apenas, digamos que «meias» são boas para os pés e «despedi» as minhas sócias, nos novos projectos tem de se ter dinheiro para investir quando este não existe tem de se ter força de trabalho, quando não se tem o 1º tem de se ter o 2º, ser apenas sócio de no papel é muito fácil.

Como o risco financeiro é todo meu, posso dar-me ao luxo de escolher quem comigo vai trabalhar, e quem comigo vai levantar este projecto tem de ter muita vontade de trabalhar.

Claro que não sou Maria, aliás nenhuma era, foi apenas um nome que inventei que facilmente entrou no ouvido primeiro dos amigos e depois no dos clientes, agora já não pode ser substituído, o logotipo e a frase/lema também é da minha autoria, já estão em processo de registo para salvaguardar cópias indesejadas :-D

Em breve terei de ir ao Porto a umas reuniões com alguns fornecedores, quiçá combinamos um cimbalino ou um fino:-D

Beijinhos

Sandra Costa Ramos
De Karl Macx a 26 de Dezembro de 2007 às 10:58
Pois, meu caro Jorge Fiel, vejo-me na contigência de admitir que o leio neste seu canto pela primeira vez.
Não me desilude. Antes pelo contrário.
Planeio fazê-lo mais vezes.
Curiosamente, faço-o ao som de Aimee Mann, cujo gosto pela musicalidade partilhamos.

Abraço
De Jorge Fiel a 26 de Dezembro de 2007 às 14:28
Preclaro Karl Macz

Este guichet é um bocado diferente da Bússola. Menos militante. Muito menos regional. Mais pessoal. Mais contra-cultura.

Folgo em vê-lo por cá. Espero que volte.

A Bem da Nação

PS. Sou viciado na Aimee Mann. Penso que tenho toda a discografia, excepção feita ao CD com canções de Natal.
De Karl Macx a 26 de Dezembro de 2007 às 15:13
Penso que se refere ao "Another Drifter in The Snow"
Isso arranja-se... em formato MP3...
Zipado e tudo...
Se o quiser, mande o seu email para karlmacx@gmail.com

Terei todo o prazer em o partilhar...
De Jorge Fiel a 26 de Dezembro de 2007 às 15:19
Preclaro Karl Macz

O meu amigo vai para o céu - mas não já :-)

A Bem da Nação!
De dalhenamona a 26 de Dezembro de 2007 às 12:54
Ora viva Jorge Fiel, desde a última...blogada.

O seu relato de jantar de natal, porque é disso que se trata e não de ceia de natal como a maioria de nós erradamente diz, mostra bem o típico jantar que no dia 24 de Dezembro quase dez milhões de portugueses têm.

Sinal dos tempo, o maior realce é dado às prendas, e os lojistas, os músicos, os escritores bem agradecem e honra lhes seja feita, pela conquista que fizeram, roubando o lugar que há séculos era de outro artista: Jesus, ou antes o Menino Jesus.

Tenho dado voltas à cabeça, perguntando-me porquê desejamos tao fervorosamente BOM NATAL, mas proorquê? Não seria muito mais justo: "BOM JANTAR DE NATAL", sim porque para correr bem tão empanturrante jantar...é preciso mesmo sorte.
De Jorge Fiel a 26 de Dezembro de 2007 às 14:34
Preclaro Dalhenamona

A questão que levante é muito pertinente, no meu entender - que não é modesto:-)

Na verdade se estamos a falar só da noite da véspera de Natal, o mais correcto seria desejar, como sugere, «Bom jantar de Natal».

Mas o meu conceito de Natal é mais abrangente. Começa no dia em que recebemos o 13ª mês e só termina quando acabamos de liquidar os restos do Natal, comendo a última rabanada ou fatia de bolo rei.

Folgo em vê-lo por aqui. Espero que goste e se torne freguês.

A Bem da Nação
De AFS a 26 de Dezembro de 2007 às 19:02
Ó Jorge: percebi mal, ou o teu crianço mais novo passou o jantar de consoada fora da mesa onde estavam os pais e a avó, a ver desenhos animados? Se sim, levas com um cartão vermelho! Abraços
De Jorge Fiel a 28 de Dezembro de 2007 às 12:04
Preclaro AFS

Fizeste um 13 no Totobola. Aceito o cartão vernelho. Não sei educar os meus filhos.

A Bem da Nação!

Comentar post

Eu ao espelho


Nasci em Maio de 1956 na Maternidade Júlio Dinis. Fiz a primária no Campo 24 de Agosto e o essencial do liceu (concluído entre o Nobre e Gaia) no Alexandre Herculano. Entre os 15 e os 21 anos fui militante da LCI. Li quase tudo que o Marx, o Lenine, o Trotsky e a Rosa Luxemburgo escreveram.
Ler mais

Pesquisar este blog

Entradas recentes

Lavandaria está agora a c...

Moscas anunciam chegada d...

Apaixonei-me pela Bona, a...

Uma folha A4 dobrada em 4...

O café do Europeijska não...

mais comentados

últ. comentários

Há uma boa forma de distinguir um do outro; é ir à...
Tive conhecimento deste vinho," monte ermes", tint...
Num passeio à Ribeira lembrei-me de recordar algum...
prática do sexo anal estaria aumentando?Embora no ...
O autor deste artigo de peixe não sabe nada, por i...

Arquivos

Abril 2012

Março 2012

Outubro 2011

Agosto 2011

Abril 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Maio 2006

Tags

todas as tags

blogs SAPO

Subscrever feeds